Por que seus treinamentos não são eficientes?

Imagine a cena: várias pessoas em uma sala, umas olhando para o relógio, outras para o celular, algumas outras saindo frequentemente para o toalete. Esta cena, é muito mais comum do que se pensa.

A realidade é que a maioria das empresas possui equipes formadas por uma mistura de pessoas com várias faixas etárias, de gerações diferentes e com anseios e necessidades bem divergentes.

Muitos gestores de recursos humanos ainda buscam parceiros que oferecem treinamentos utilizando metodologias tradicionais, passivas e que não geram resultados nem de curto, tampouco de longo prazo.

Outro dia eu conversei com um consultor que estava ministrando um treinamento em uma empresa sobre liderança e resultados. Ele me explicou que tinha acabado de passar uns slides e tinha distribuído um estudo de caso para a turma. Enquanto conversava com ele vi alguns grupos de pessoas lendo o tal estudo de caso. Enquanto eu conversava com o consultor, vi alguns gestores jovens olhando para a tela do celular, alguns mais velhos olhando para o “horizonte”, para o relógio e outros ainda fazendo desenhos abstratos em pedados de papel. Aquela cena me fez refletir: qual seria o resultado daquele treinamento?

O engajamento baixo era reflexo de uma metodologia que não facilita a participação das pessoas, ao contrário, incentiva no máximo uma reflexão individual e pouco participativa. O problema não está no público e sim na metodologia. Esse problema é um dos principais vilões da baixa efetividade nos treinamentos. Bom, e qual a seria a solução?

Tenho percebido que os treinamentos que utilizam simulações empresariais, jogos ou “serious games” despertam o interesse das diferentes gerações e principalmente, oportunizam que as pessoas participem e exponham a sua opinião ou ponto de vista. A participação ativa e bem conduzida gera resultados de curto e longo prazo. E você será que tem a mesma percepção que a minha?